por Otávio Portugal
“ Teixeiras Eiras
Cineasta de vanguarda. Já realizou três longas-metragens que para serem entendidos têm que projetá-los de trás pra frente, um em seguida do outro. Autor também de vários curtas, uns com trinta centímetros, outros com quinze, dez... E por aí em diante.”
O trecho acima, retirado do livro “ E agora são cinzas” de Angeli, representa uma ironia aos artistas que se dizem intelectuais. Dentre os vários meios de expressões existe um ,chamado cinema underground.
Ao pé-da-letra underground significa subterrâneo, mas no cotidiano essa palavra virou um instrumento de contra-cultura. No audiovisual as produções independentes tem sido comum, com poucos recursos e carregadas de denúncias e idéias no formato cômico, irônico e não-convencional.
No Festival de Cinema de Pernambuco (CinePE), dois filmes tinham essas características “Um para um” de Erico Rassi e “O dossiê de Rebordosa” de César Cabral. O primeiro filme (curta metragem) é sobre uma produção de um filme porno experimental e o segundo (também curta metragem) é uma animação, explicando porque Angeli teve que matar a sua mais famosa criação, a Rebordosa.
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